Fotocard

Fotografia em edição limitada, feita para colecionar.

Quem fotografou decide quantas cópias existem — 25, 300, 500 — e esse número não muda depois. Cada cópia sai numerada e assinada.

50 fotografias publicadas por 26 fotógrafos · ver o acervo sem criar conta

A tiragem

De Madeira empilhada existem 25 cópias no mundo. 6 já saíram.

Cada marca é uma cópia, e a vermelha é a próxima a sair. Quando a última sair, acabou: nem o fotógrafo pode aumentar esse número.

Para quem fotografa

Você decide quantas cópias existem

Publique uma fotografia e declare a tiragem. O número é seu, e ninguém mexe nele depois — nem nós. A foto entra inteira, do jeito que você enquadrou, sem corte e sem texto por cima.

O seu nome assina cada cópia, junto da ficha da câmera e da história. O arquivo público é pequeno de propósito e os metadados são apagados: o GPS de casa não vaza numa foto.

Publicar minhas fotos

Para quem coleciona

A sua cópia tem número

A cópia 7 de 50 é sua, e de mais ninguém. Abra pacotes para descobrir fotógrafos que você ainda não conhecia, e compre, venda ou troque com outros colecionadores.

Cada cópia carrega a cadeia de posse inteira, desde a emissão: dá para ver por onde ela passou antes de chegar em você.

Começar a colecionar

Como funciona

Do envio da fotografia até a cópia na sua coleção

  1. O fotógrafo publica e declara a tiragem

    Ao enviar uma fotografia, quem a fez escolhe quantas cópias dela poderão existir no mundo — 25, 300, 500. Esse número não muda nunca: nem por procura, nem por arrependimento, nem por nós. É a escolha que dá sentido a todo o resto.

  2. Uma pessoa olha antes de entrar no acervo

    Nenhuma fotografia é publicada automaticamente. Cada uma passa por análise humana, e a recusa vem com motivo escrito e direito de resposta. É mais lento, e é o que impede o acervo de virar depósito de imagem alheia.

  3. Você abre pacotes e recebe cópias numeradas

    Um pacote traz cinco fotografias sorteadas entre as edições com estoque. O que sai é a cópia 7 de 50, sua e de mais ninguém, com registro próprio e a cadeia de posse inteira desde a emissão. Quanto menor a tiragem, mais raro é encontrá-la — a raridade não é uma tabela, é o próprio estoque restante.

  4. Os pacotes custam moeda, e a moeda tem origem declarada

    A moeda é interna e não vira dinheiro de volta. Ela entra de três formas: o crédito de boas-vindas ao criar a conta, uma recompensa diária pequena, e a compra com dinheiro, que é opcional. Dá para colecionar sem gastar nada — só mais devagar.

  5. Repetida não é lixo: é moeda de troca

    No mercado você vende cópias que não quer e compra as que faltam, pelo preço que as pessoas aceitarem. Nas trocas, duas coleções se acertam direto, sem dinheiro no meio. A plataforma cobra uma taxa pequena na venda, e essa taxa some de circulação em vez de ir para o bolso de alguém.

  6. O que é seu continua seu

    Quem fotografou mantém todos os direitos sobre a obra e pode retirá-la quando quiser. Quem colecionou mantém as cópias que já tinha, mesmo nesse caso — porque uma cópia que some quando o autor muda de ideia não é item de coleção, é aluguel.

    Durante a fase de teste esta última regra está suspensa, e o acervo será zerado ao fim dela. Veja o que isso significa.

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Ver o acervo inteiro — não precisa de conta.