O fotógrafo publica e declara a tiragem
Ao enviar uma fotografia, quem a fez escolhe quantas cópias dela poderão existir no mundo — 25, 300, 500. Esse número não muda nunca: nem por procura, nem por arrependimento, nem por nós. É a escolha que dá sentido a todo o resto.
Uma pessoa olha antes de entrar no acervo
Nenhuma fotografia é publicada automaticamente. Cada uma passa por análise humana, e a recusa vem com motivo escrito e direito de resposta. É mais lento, e é o que impede o acervo de virar depósito de imagem alheia.
Você abre pacotes e recebe cópias numeradas
Um pacote traz cinco fotografias sorteadas entre as edições com estoque. O que sai é a cópia 7 de 50, sua e de mais ninguém, com registro próprio e a cadeia de posse inteira desde a emissão. Quanto menor a tiragem, mais raro é encontrá-la — a raridade não é uma tabela, é o próprio estoque restante.
Os pacotes custam moeda, e a moeda tem origem declarada
A moeda é interna e não vira dinheiro de volta. Ela entra de três formas: o crédito de boas-vindas ao criar a conta, uma recompensa diária pequena, e a compra com dinheiro, que é opcional. Dá para colecionar sem gastar nada — só mais devagar.
Repetida não é lixo: é moeda de troca
No mercado você vende cópias que não quer e compra as que faltam, pelo preço que as pessoas aceitarem. Nas trocas, duas coleções se acertam direto, sem dinheiro no meio. A plataforma cobra uma taxa pequena na venda, e essa taxa some de circulação em vez de ir para o bolso de alguém.
O que é seu continua seu
Quem fotografou mantém todos os direitos sobre a obra e pode retirá-la quando quiser. Quem colecionou mantém as cópias que já tinha, mesmo nesse caso — porque uma cópia que some quando o autor muda de ideia não é item de coleção, é aluguel.
Durante a fase de teste esta última regra está suspensa, e o acervo será zerado ao fim dela. Veja o que isso significa.